Tudo o que existe hoje: os números vivos do SGA, o mapa da equipe com o caminho do dinheiro, as regras de comissão e a prova de que nenhum contrato paga mais que 12%.
Em 09/07/2026 inativamos 202 voluntários sem produção. O que sobrou é a estrutura real que produz — números coletados da API do SGA.
A regra tem só duas camadas: a de quem vende (10%) e a do Gerente Regional (2%). Não existe terceira camada — e é isso que trava o teto em 12%.
| De quem é o contrato | Quem vendeu recebe | Líder imediato | Camada de gerência (2%) | Total pago |
|---|---|---|---|---|
| Consultor que bate a meta | 10% | — | 2% pro GR da linha | 12% |
| Consultor que não bate a meta | 5% | 5% | 2% pro GR da linha | 12% |
| Contrato do próprio Líder ou Regional | 10% | — | 2% pro GR da linha | 12% |
| Contrato de um GR com GR acima (empilhado) | 10% | — | 2% pro GR de cima (só base própria) | 12% |
| Contrato do GR do topo da linha | 10% | — | ninguém acima | 10% |
É a única parte da regra que muda com o crescimento:
O risco não está na regra — está no processo. Este é o fechamento pra Diretoria auditar todo mês.
Comissão incide só sobre contrato ativo que participa do fechamento. Cancelou, saiu da conta no mês seguinte. Nada de planilha paralela.
O contrato pertence a quem vendeu (voluntário vinculado no SGA). É esse vínculo que define os 10% (ou 5%+5%).
5+ vendas no mês = 10% da própria base; menos que isso = 5% e os outros 5% vão pro líder imediato. Nunca os dois.
Pra cada GR: 2% do ramo de cada Regional direto; GR abaixo de GR: 2% só da base própria; 3º GR na linha: o topo não recebe. Em maio o repasse do Raphael foi pago R$ 196,39 a menor — por isso esse passo é conferido à parte.
Uma divisão fecha o mês: se passar de 12%, tem erro em algum passo anterior. Na projeção, fica em ~11% todos os meses.